Eloy Moreno divulga Livro com Facebook – El Bolígrafo de Gel Verde

O escritor e a rede social

boligrafodegelverde

Eloy Moreno trabalha com informática e tem pendores literários. Portanto, ao escrever seu livro “El bolígrafo de gel verde” (algo como “A esferográfica de tinta verde”), ele saiu batendo de porta em porta – pequenas e grandes editoras, assim como pequenas e grandes livrarias) – sem obter muito sucesso. Conta que, em primeiro lugar, contou com a ajuda de parentes (um dia ainda escrevo sobre a importância das mães dos autores para as vendas dos livros de seus filhos). Na matériaUn boli verde y de puerta en puerta en busca de lector, de Bel Carrasco para o jornalEl Mundo (Valencia, Espanha), o autor diz:

“Nas livrarias pequenas não tive problemas, mas nas grandes me olhavam como se eu fosse louco, e me diziam que não era esse o canal habitual.”, diz Moreno. “Agora eu não tenho que me preocupar com essa questão, porque o livro está disponível para quem quer comprar.”

Até cinco anos, segundo o autor, o seu livro não teria a menor chance de aparecer. Não havia uma rede social com a amplitude do Facebook – aqui no Brasil temos o Orkut, por exemplo –, e ele, como alguém que lida diariamente com a informática passou a utilizar a rede social para divulgar seu livro. Até que, após o boca a boca virtual, uma grande editora o convidou a escrever.

Hoje, em seu blog, Moreno comemora o fato de a segunda edição do livro ser editada pela Espasa, uma editora espanhola e, além disso, ele está feliz por saber que seu livro estará disponível em todas as livrarias espanholas.

Mesmo assim, tendo conseguido o que todo autor iniciante deseja, Moreno não deixa de agradecer a todos aqueles que o ajudaram, seja na divulgação e compra do livro, com as seguintes palavras, em sua página do Facebook:

El Bolígrafo de Gel Verde Muchas veces no sé cómo agradeceros todo lo que habéis hecho por mí, así que aproveché la última parte de este video publicado en El Mundo para hacerlo.
Gracias, gracias, gracias.

O livro

Sentindo-se frustrado por ler tantos livros que pareciam bons e eram indicados pelos críticos, mas na verdade, não atendiam aos requisitos que ele espera, Eloy Moreno decidiu escrever um livro que, pode ser resumido assim:

A partir desse desejo surgiu uma história simples e cativante, como a própria vida, um homem dominado pela rotina cinzenta que o mantém preso em uma gaiola emocional. O trabalho e uma família não pode desfrutar devido as obrigações de horários rigorosos. Em suma, o drama da maioria dos casais jovens acorrentados a hipotecas da vida e de trabalho criativo.

Escrever e publicar

Sabemos que uma das atividades mais prazerosas do ser humano é escrever para contar uma história. Porém, poucos autores iniciantes conseguem obter sucesso ou algum reconhecimento logo de cara. O caminho tradicional – apresentar os originais para análise em uma editora – nem sempre rende o esperado. Ao mesmo tempo, as formas pelas quais os livros são “rejeitados” pelas editoras fez surgir, nos EUA, uma associação para autores rejeitados, cujo site Rejectioncollection, não posso garantir que ainda esteja no ar. Muitos autores relataram suas frustrações e desilusões com editoras e livrarias. Quem trabalha no meio sabe como são essas coisas. Livro ou é filho ou é projeto de vida. Ninguém faz filho feio e detesta ter seu projeto de vida estragado por outra pessoa.

Por conta própria

O segundo caminho que muitos autores iniciantes tomam é não apenas escrever, mas editar e publicar o próprio livro para tentar colocá-lo no mercado por conta própria. Um dos gargalos de qualquer mercado é a distribuição. E a dos livros não é diferente das outras, a não ser pelo fato de que no Brasil, seguindo uma tendência mundial, livrarias estão fechando por motivos variados, até mesmo por causa da “invasão digital”, ou os livros eletrônicos e aparelhos específicos para isso.

Sabemos que há editoras que fazem parcerias com os autores. Orçam um projeto editorial, cobram do autor por isso e fazem a distribuição. Outros acordos são feitos de modo que o autor pague pela edição e coloque os livros no mercado através ações de venda próprias. Muitos autores criam seus próprios sites para vender suas obras.

A terceira via: as redes sociais

Uma terceira via e que parece promissora é o boca a boca virtual, isto é, criar uma rede de seguidores em sites de relacionamento e ali anunciar seus livros, fazendo com que a divulgação seja feita sem compromissos e, se tudo der certo, quem sabe uma grande editora compra o passe do autor. No fundo, todos os autores gostariam de ter seus livros editados por grandes editoras, associando seu nome a uma grife. As editoras também estão a procura de novos autores talentosos e que rendam excelentes vendas.

Fonte: Recanto das Palavras 

DOWNLOAD -> MediaFire -> El Bolígrafo de Gel Verde  – 1016.95 KB

Compre Aqui -> Casadellibro -> El Bolígrafo de Gel Verde  – 16.90€

Website -> http://www.elboligrafodegelverde.com/

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Publicado em maio 9, 2011, em Buzz Marketing Offline, Buzz Marketing Online, Criatividade de Guerrilha, guerrilla marketing, Marketing de Guerrilha, Marketing Social, Mídias Alternativas, Tecnologia e marcado como . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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